INFOGRAFIAS ACESSÍVEIS
- Acessibilidade Digital, New, PRO
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- Reconhecer os princípios fundamentais da acessibilidade digital
- Implementar a acessibilidade em documentos ricos e infografias
- Utilizar uma linguagem clara e simplificada
O QUE É ACESSIBILIDADE DIGITAL
• Definição e conceito de “situação de deficiência”
• Números-chave sobre a deficiência
• Apresentação dos tipos de deficiência (visual, auditiva, motora, cognitiva)
• Tecnologias assistivas:
• Apresentação dos diferentes tipos de leitores de ecrã (NVDA, VoiceOver, TalkBack)
• Outros dispositivos (lupa de ecrã, haste, rastreamento ocular, trackball, teclado para utilização com uma só mão, interruptores…)
OS REFERENCIAIS DE ACESSIBILIDADE
• Definições, utilizações e limites
• WCAG (Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web)
• RGAA (Quadro Geral de Melhoria da Acessibilidade)
• RAAM (Estrutura de Acessibilidade para Aplicativos Móveis)
• Limitações dos referenciais: diferença entre conformidade (técnica) e acessibilidade
LEGISLAÇÃO PORTUGUESA RELATIVA À ACESSIBILIDADE DIGITAL
BOAS PRÁTICAS DE ACESSIBILIDADE PARA DOCUMENTOS RICOS E INFOGRAFIAS
• Cores
• Informação transmitida pela cor
• Contrastes de cores: apresentação dos diferentes limiares de contraste a respeitar (texto normal, texto grande, texto em negrito)
Exemplos de exercícios práticos:
• Casos de estudo: exemplos de utilizadores confrontados com sites não acessíveis
• Caso prático com visualização em sites de grande público
• Diferentes casos de utilização com perguntas / respostas
• Caso prático: análise dos contrastes em exemplos de páginas Web com utilização da ferramenta Colour Contrast Analyzer
BOAS PRÁTICAS DE ACESSIBILIDADE PARA DOCUMENTOS RICOS E INFOGRAFIAS – CONTINUAÇÃO
• Estruturação do documento
• Níveis de títulos
• Listas
• Parágrafos
• Língua do conteúdo
• Definição da língua do conteúdo para tecnologias assistivas
• Imagens
• Imagens decorativas
• Imagens que transmitem informação
• Alternativa de uma imagem
• Ordem de leitura das imagens
• Ordem de leitura
• Definição da ordem de leitura
• Ordem de redistribuição nas camadas
• Técnicas de redação
• Escolha da tipografia
• Alinhamento do texto
• Iconografia
• Linguagem clara e simplificada, FALC para perturbações cognitivas e mentais
• Verificação da acessibilidade
• Parâmetros de exportação
• Ferramentas de acessibilidade integradas nos softwares
Exemplos de exercícios práticos:
• Definir a estrutura do documento num caso prático através do software utilizado (tipo InDesign)
• Configurar a língua do conteúdo no software utilizado
• Diferenciar imagens decorativas e imagens que transmitem informação, definir alternativas pertinentes e a sua ordem de leitura
• Definir a ordem de leitura e de redistribuição no software utilizado
• Reescrever um texto em linguagem clara e simplificada
• Verificar a acessibilidade dos documentos através das ferramentas disponibilizadas nos softwares.
Facilitador que combina know-how com experiência empresarial e competências pedagógicas, para dar resposta a necessidades operacionais e potenciar a aprendizagem.
Objetivos da formação
- Reconhecer os princípios fundamentais da acessibilidade digital
- Implementar a acessibilidade em documentos ricos e infografias
- Utilizar uma linguagem clara e simplificada
Duração da formação
Programa da formação
O QUE É ACESSIBILIDADE DIGITAL
• Definição e conceito de “situação de deficiência”
• Números-chave sobre a deficiência
• Apresentação dos tipos de deficiência (visual, auditiva, motora, cognitiva)
• Tecnologias assistivas:
• Apresentação dos diferentes tipos de leitores de ecrã (NVDA, VoiceOver, TalkBack)
• Outros dispositivos (lupa de ecrã, haste, rastreamento ocular, trackball, teclado para utilização com uma só mão, interruptores…)
OS REFERENCIAIS DE ACESSIBILIDADE
• Definições, utilizações e limites
• WCAG (Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web)
• RGAA (Quadro Geral de Melhoria da Acessibilidade)
• RAAM (Estrutura de Acessibilidade para Aplicativos Móveis)
• Limitações dos referenciais: diferença entre conformidade (técnica) e acessibilidade
LEGISLAÇÃO PORTUGUESA RELATIVA À ACESSIBILIDADE DIGITAL
BOAS PRÁTICAS DE ACESSIBILIDADE PARA DOCUMENTOS RICOS E INFOGRAFIAS
• Cores
• Informação transmitida pela cor
• Contrastes de cores: apresentação dos diferentes limiares de contraste a respeitar (texto normal, texto grande, texto em negrito)
Exemplos de exercícios práticos:
• Casos de estudo: exemplos de utilizadores confrontados com sites não acessíveis
• Caso prático com visualização em sites de grande público
• Diferentes casos de utilização com perguntas / respostas
• Caso prático: análise dos contrastes em exemplos de páginas Web com utilização da ferramenta Colour Contrast Analyzer
BOAS PRÁTICAS DE ACESSIBILIDADE PARA DOCUMENTOS RICOS E INFOGRAFIAS – CONTINUAÇÃO
• Estruturação do documento
• Níveis de títulos
• Listas
• Parágrafos
• Língua do conteúdo
• Definição da língua do conteúdo para tecnologias assistivas
• Imagens
• Imagens decorativas
• Imagens que transmitem informação
• Alternativa de uma imagem
• Ordem de leitura das imagens
• Ordem de leitura
• Definição da ordem de leitura
• Ordem de redistribuição nas camadas
• Técnicas de redação
• Escolha da tipografia
• Alinhamento do texto
• Iconografia
• Linguagem clara e simplificada, FALC para perturbações cognitivas e mentais
• Verificação da acessibilidade
• Parâmetros de exportação
• Ferramentas de acessibilidade integradas nos softwares
Exemplos de exercícios práticos:
• Definir a estrutura do documento num caso prático através do software utilizado (tipo InDesign)
• Configurar a língua do conteúdo no software utilizado
• Diferenciar imagens decorativas e imagens que transmitem informação, definir alternativas pertinentes e a sua ordem de leitura
• Definir a ordem de leitura e de redistribuição no software utilizado
• Reescrever um texto em linguagem clara e simplificada
• Verificar a acessibilidade dos documentos através das ferramentas disponibilizadas nos softwares.
Formador
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